sábado, 14 abril 2018 09:45

Biópsias líquidas assumem papel de destaque na heterogeneidade tumoral

Na era da Medicina de precisão, o potencial da biópsia líquida na área oncológica tem vindo a ser destacado pela comunidade científica, tornando-se a opção por excelência de rastreio, diagnóstico, monitorização terapêutica e definição de prognóstico, que leva em conta as heterogeneidades individuais e tumorais. Neste sentido, o papel das biópsias líquidas no cancro colorretal é um dos temas abordados nos Encontros da Primavera, contando para tal com a colaboração da Prof.ª Doutora Paola Gazzaniga, do Departamento de Medicina Molecular da Sapienza Università di Roma, Itália.

O cancro colorretal é o segundo mais prevalente (a seguir ao cancro da mama) e o mais mortal em Portugal. A avaliação do estado mutacional do biomarcador RAS, gene que influencia o crescimento do tumor, no momento do diagnóstico e antes da decisão do tratamento de primeira linha, é fundamental para garantir que o doente recebe a opção de tratamento mais adequada.

Com a introdução das biópsias líquidas, este procedimento tornou-se menos invasivo, permitindo uma obtenção de resultados mais rápida com um grau de fiabilidade similar à avaliação a partir de tecido tumoral.

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