segunda, 08 maio 2017 17:36

OncoDNA participa no Porto Cancer Meeting com análise à heterogeneidade tumoral

A OncoDNA, empresa líder europeia em Medicina oncológica de precisão, vai participar no 24th Porto Cancer Meeting, agendado para os dias 11 e 12 de maio, no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S), no Porto. Na reunião, a empresa focará a “Combinação da análise da biópsia sólida e líquida: insights sobre heterogeneidade tumoral”.

Heterogeneidade inter e intra-tumoral é um fenómeno bem conhecido que, com a explosão da Medicina personalizada, se tornou um desafio. Embora a biópsia líquida seja reconhecida como uma ferramenta promissora para prognóstico, perfil molecular e monitorização da doença cancerosa, ainda se está no início da sua incorporação isolada na prática rotineira de Oncologia. Esta e outras análises vão ser apresentadas pela OncoDNA no Porto Cancer Meeting

Segundo Luís Álvarez, responsável pela OncoDNA em Portugal e no Brasil, “aqui analisamos a aplicação na rotina clínica de uma nova abordagem integrada, que combina a análise de biópsia sólida (FFPE) e líquida (amostra de sangue) em doentes com diferentes tipos de cancro metastático”.

A OncoDNA analisou 112 amostras de doentes metastáticos, com diferentes tipos de cancro, utilizando a solução OncoSTRAT&GO™, que permite o sequenciamento de mais de 200 genes, a identificação de 350 genes de fusão e avaliação do nível de expressão de dezenas de proteínas em biópsia sólida. Permite ainda o sequenciamento de mutações hotspot de um painel de 27 genes em biópsia líquida.

Assim, a OncoDNA focalizou a análise das variantes que podem ser detetadas em biópsias sólidas e líquidas. Observou-se uma concordância completa de 60,7% entre as variantes dos dois tipos de biópsias. As frequências das variantes alélicas concordantes e discordantes (VAFs) foram comparadas mostrando distribuições semelhantes, sem diferenças estatísticas significativas: valores médios de 7,8 / 9,4% (P = 0,58; teste de Mann-Whitney) e 34,9 / 25,7% (p = 0,08), Teste de Mann-Whitney) em biópsia líquida e sólida, respetivamente.

Em conclusão, as variantes discordantes não podem ser atribuídas na sua totalidade à sensibilidade da análise e, consequentemente, devem estar associadas à heterogeneidade tumoral, baixa carga tumoral e/ou resposta ao tratamento. Segundo Luis Alvarez, “os nossos resultados mostram a utilidade da combinação de biópsias sólidas e líquidas na prática clínica, proporcionando informação adicional em 39,3% dos casos (81,8 e 18,2% devido a variantes diferenciadas em biópsia sólida e líquida, respetivamente), resultando numa ampla caracterização do perfil molecular do tumor para uma melhor gestão da doença”.

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