Investigação

Uma investigação realizada por um consórcio internacional, em que o Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) participa, harmonizou e integrou dados de vários estudos de 16 países que catalogavam fatores de risco para o cancro do estômago e concluiu, de forma robusta, que a probabilidade de desenvolver este tipo de cancro aumenta com o crescente número de cigarros que se fuma. Por exemplo, quem fuma 20 cigarros por dia (o equivalente a um maço de tabaco) aumenta em cerca de 30% o risco de vir a desenvolver cancro do estômago.

A Comissão Europeia (CE) autorizou a comercialização de osimertinib em monoterapia para o tratamento de 1.ª linha de doentes adultos com cancro do pulmão de não-pequenas células, localmente avançado ou metastático (CPNPC), com mutações ativadoras do recetor do fator de crescimento epidérmico (EGFR). A aprovação é baseada nos resultados do ensaio de Fase III FLAURA, publicado no New England Journal of Medicine.

 

Até ao próximo dia 14 de setembro, estão abertas as candidaturas para a edição de 2018 das Bolsas de Investigação em Oncologia, apoiadas pelo Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (NRC-LPCC). Três destas bolsas são atribuídas no âmbito de uma parceria com o Centro de Investigação em Meio Ambiente, Genética e Oncobiologia (CIMAGO) e a quarta é a Bolsa Dr. Rocha Alves. Os prémios vão ser atribuídos no valor de 40 mil euros, privilegiando projetos de investigação científica desenvolvidos na região centro.

 

O Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO-Porto) vai participar num estudo europeu de medição de resultados e de custos no cancro do pulmão, cujo lançamento decorre no próximo dia 18 de junho, em Madrid. Além da instituição, vão também fazer parte outros hospitais de referência, no trabalho promovido pela International Consortium for Health Outcomes Measurement (ICHOM) e pela All.Can.

 

Os resultados do ensaio de Fase III KEYNOTE-407 demonstram que pembrolizumab, o anti-PD1 da MSD, quando em combinação com quimioterapia, melhora significativamente a sobrevivência global no tratamento de primeira linha do cancro do pulmão de células não-pequenas metastático escamoso (CPCNP). As conclusões foram divulgadas na Reunião Anual 2018 da ASCO, que decorreu em Chicago entre 1 e 5 de junho, pela MSD.

 

A Pierre Fabre e a parceira Array BioPharma anunciaram, durante o encontro anual da ASCO, que decorreu em Chicago entre 1 e 5 de junho, os resultados da análise de sobrevivência global (OS) do ensaio de Fase 3 COLUMBUS em doentes com melanoma BRAF+. O estudo, que integrou o programa “Best of ASCO”, concluiu que a sobrevivência global mediana foi de 33,6 meses para doentes tratados com COMBO450, em comparação com 16,9 meses para doentes tratados com vemurafenib em monoterapia.

 

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