Investigação

A Array BioPharma e a Pierre Fabre anunciaram recentemente os resultados da análise de sobrevivência global (OS) do ensaio de Fase 3 COLUMBUS em doentes com melanoma BRAF+. O tratamento com a combinação de encorafenib 450 mg por dia e binimetinib 45 mg duas vezes ao dia (COMBO450) reduziu o risco de morte em comparação com o braço de tratamento com vemurafenib 960 mg duas vezes por dia. A sobrevivência global mediana foi de 33,6 meses para doentes tratados com COMBO450, em comparação com 16,9 meses para doentes tratados com vemurafenib em monoterapia.

A perspetiva da Imuno-Oncologia na transformação da Medicina e a primeira imunoterapia aprovada para o tratamento do carcinoma de células de Merkel metastático em diversos países, incluindo a União Europeia, foram os temas abordados no evento de imprensa organizado pela aliança Merck-Pfizer, em Vevey, Suíça, no dia 31 de janeiro. O evento contou com a presença de palestrantes internacionais, destacando-se o Prof. Doutor Dirk Schadendorf, do Hospital Universitário de Essen, Alemanha, e com o testemunho de um doente tratado com avelumab.

A MSD anunciou que o ensaio de fase III KEYNOTE-189, que está a investigar o pembrolizumab, a terapêutica anti‑PD‑1 da farmacêutica, em associação com pemetrexedo e cisplatina ou carboplatina, para o tratamento de primeira linha de doentes com cancro do pulmão de células não-pequenas não-escamosas metastático (CPCNP), atingiu o duplo endpoint primário de sobrevivência global (OS) e sobrevivência livre de progressão (PFS).

Unidos pelo mesmo objetivo, oncologistas e urologistas juntaram-se, nos dias 29 e 30 de janeiro, em Coimbra, no Porto e em Lisboa, para debaterem o estado da arte do cancro da próstata metastático resistente à castração (CPmRC), no âmbito do ciclo de reuniões Xpert Talks in mCRPC. As três reuniões científicas, promovidas pela Astellas, contaram com a preleção do Prof. Doutor Robert Jones, professor na Universidade de Glasgow e consultor de Oncologia Médica no Beatson West of Scotland Cancer Centre.

“Quando falamos em cancro é muito difícil falar de cura, mas podemos controlar o crescimento do tumor e mantê-lo estável durante o máximo tempo possível”. A Prof. Doutora Olga Martinho acredita que a descoberta de que a presença excessiva da proteína HER2 também se verifica em doentes com cancro do colo do útero pode abrir caminho para terapias mais eficazes que não ponham em causa a capacidade reprodutiva da mulher.

A Merck, empresa farmacêutica mais antiga do mundo e que comemora 350 anos, organizou, no dia 27 de Janeiro, o 11.º Simpósio Nacional EGFR, dedicado ao cancro colorretal e às inovações de diagnóstico, prognóstico, monitorização e tratamento.

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