Investigação

Um estudo liderado pela Prof.ª Doutora Bárbara Gomes mostra que Portugal precisa de mais capacidade de resposta nos Cuidados Paliativos, tanto para adultos como para crianças. Os números revelam que, no país, 71% das mortes de adultos e 33% das mortes de crianças devem-se a doenças que necessitam reconhecidamente destes cuidados, posicionando Portugal ao lado de outros países europeus, mas com menor capacidade de resposta.

A Amgen Biofarmacêutica e a Allergan anunciam que a Comissão Europeia (CE) concedeu, pela primeira vez, autorização de comercialização para um biossimilar de bevacizumab. A terapêutica está aprovada para o tratamento de certos tipos de cancro, nomeadamente cancro da mama, cólon e reto, pulmão entre outros.

Uma equipa de cientistas da Universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos da América, anunciou na semana passada que o teste CancerSEEK, um novo teste ao sangue, pode detetar oito tipos de cancro em fase precoce. Uma nova esperança para a Oncologia, que os investigadores acreditam que vai salvar milhares de vidas e poderá estar disponível dentro de poucos anos.

A MSD acaba de informar que o Infarmed aprovou a comparticipação do medicamento pembrolizumab, a terapêutica anti-PD-1 da MSD, utilizada na primeira linha de tratamento de doentes com carcinoma do pulmão de células não-pequenas (CPCNP), metastático, cujos tumores tenham expressão elevada de PD-L1 (TPS≥50%), sem mutação EGFR ou translocação ALK.

Uma investigação do Departamento de Genética Humana do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Instituto Ricardo Jorge) permitiu descobrir que a proteína mechanistic target of rapamycin (mTOR), que se encontra «hiperativada» na maior parte dos cancros pode ser produzida no organismo através de um mecanismo alternativo da iniciação da síntese proteica. Esta descoberta abre a possibilidade para o estabelecimento de uma nova estratégia terapêutica em diversos tipos de cancro.

Uma equipa de cientistas do Reino Unido analisou os danos genéticos provocados por uma substância química que é produzida quando o organismo processa o álcool. Os resultados, publicados na revista Nature, e avançados em Portugal pelo Público, não enganam: a exposição ao álcool provoca danos genéticos permanentes.

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