Investigação

A chave para o sucesso é a esculina. Um grupo de investigadores da Universidade de Nova Iorque descobriu que esta substância química que se encontra na venenosa castanha-da-Índia pode ter um papel crucial no diagnóstico de cancro. Porquê? Quando utilizada durante ressonâncias magnéticas, TACs e ecografias, a esculina reage à radiação e torna o gel fluorescente e brilhante quando a luz reflete na massa cancerígena, explicam os especialistas.

A primeira edição do Prémio FAZ Ciência, promovido pela Fundação AstraZeneca (FAZ) em parceria com a Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), visa premiar projetos de investigação translacional em Imuno-Oncologia. As candidaturas decorrem até 31 de dezembro, sendo os vencedores anunciados em março de 2018.

Chama-se OncoSELECT e, segundo a informação divulgada pela companhia biotecnológica, trata-se de um estudo rápido e minimamente invasivo de ADN circulante do tumor a partir de uma amostra de sangue para doentes com cancro do pulmão (NSCLC), cólon ou mama (ER + ou HER2 +) que ajuda os oncologistas nas fases da escolha da terapia e monitorização, facilitando a deteção de possíveis recaídas.

Apesar da convicção geral de que as pílulas e outros métodos contracetivos hormonais já não aumentam o risco de desenvolver cancro da mama, o estudo “Contemporary Hormonal Contraception and the Risk of Breast Cancer” realizado na Dinamarca, veio mostrar o contrário: o uso de métodos contracetivos hormonais continua a provocar um aumento do risco de cancro da mama tal como as pílulas e os dispositivos intrauterinos mais antigos.

A Janssen anunciou recentemente que a Comissão Europeia (CE) concedeu a aprovação para estender a autorização atual de comercialização de acetato de abiraterona em associação com prednisona ou prednisolona a uma fase precoce do cancro da próstata metastático além das suas indicações atuais. Acetato de abiraterona é indicado em associação com prednisona ou prednisolona no tratamento do cancro da próstata metastático, de alto risco, sensível a hormonas (CPmSH) recentemente diagnosticado em homens adultos, em combinação com terapêutica de privação androgénica (TPA).

Ilda Patrícia Ribeiro, investigadora do Laboratório de Citogenética e Genómica e do Centro de Investigação em Meio Ambiente, Genética e Oncobiologia (CIMAGO) da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), acaba de ser galardoada com o prémio “Jovem investigador/ESHG National Fellowship”.

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