Investigação

De uma forma geral, quando o cancro se começa a metastizar, este continua a ser denominado de acordo com a localização de origem. Mas, noutros casos pouco frequentes, não é possível determinar onde o tumor se originou, localizando-se apenas os locais metastáticos, e por isso é referido como "cancro de origem primária desconhecida". Para ajudar os oncologistas e doentes a diagnosticar este tipo de cancro e poder definir um tratamento personalizado, a companhia OncoDNA lança o OncoDEEP CUP, um projeto que contribui para melhorar o prognóstico e a qualidade de vida de pessoas com tumores em que a origem não pode ser determinada.

A companhia biotecnológica especializada em oncologia de precisão, OncoDNA, iniciou este ano o projeto internacional Moncodaneum (OncoKDM), que tem como objetivo facilitar o trabalho entre oncologistas e especialistas de laboratório através da interpretação de dados e networking.

A Merck e a Pfizer anunciaram recentemente que a Comissão Europeia (CE) atribuiu a Autorização de Introdução no Mercado a avelumab como monoterapia para o tratamento de doentes adultos com carcinoma de células de Merkel metastático (CCMm), um cancro da pele raro e agressivo.

A Incyte e a MSD apresentaram dados atualizados do ensaio clínico ECHO-202 que avalia epacadostat em combinação com pembrolizumab, a terapia anti-PD-1 da MSD, em doentes com melanoma avançado. Os dados de sobrevivência livre de progressão, apresentados no Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO 2017) destacaram a durabilidade da resposta da nova terapêutica.

A MSD anunciou recentemente os resultados atualizados do ensaio clínico de fase 2 KEYNOTE-021 para avaliar pembrolizumab, a terapêutica anti-PD-1 da empresa, em administração combinada com pemetrexedo e carboplatina (pem/carbo) no tratamento de doentes com carcinoma do pulmão de células não-pequenas (CPCNP) não-escamoso avançado não tratado previamente, com ou sem expressão PD-L1.

A Tesaro, empresa biofarmacêutica focada em Oncologia, obteve parecer positivo por parte do Comité de Medicamentos de Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia do Medicamento (EMA) face ao pedido de autorização de comercialização da empresa para o niraparib enquanto monoterapia para o tratamento de manutenção de doentes adultos com cancro epitelial do ovário, em estado avançado e recorrente resistente a platina, cancro da trompa de falópio ou cancro peritoneal primário que estão em resposta completa ou parcial à quimioterapia à base de compostos de platina.

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