terça, 21 novembro 2017 12:40

OncoDEEP CUP: um projeto onde oncologistas e doentes com cancro primário desconhecido podem participar

De uma forma geral, quando o cancro se começa a metastizar, este continua a ser denominado de acordo com a localização de origem. Mas, noutros casos pouco frequentes, não é possível determinar onde o tumor se originou, localizando-se apenas os locais metastáticos, e por isso é referido como "cancro de origem primária desconhecida". Para ajudar os oncologistas e doentes a diagnosticar este tipo de cancro e poder definir um tratamento personalizado, a companhia OncoDNA lança o OncoDEEP CUP, um projeto que contribui para melhorar o prognóstico e a qualidade de vida de pessoas com tumores em que a origem não pode ser determinada.

O objetivo do projeto é desenhar um novo protocolo e diretrizes para a teranóstica (diagnóstico e tratamento) de doentes com cancro avançado de origem desconhecida, através da caracterização genómica de tumores, usando a plataforma molecular OncoDEEP CUP. Esta tem a intenção de melhorar o diagnóstico de origem primária do tumor e detetar as alterações genéticas causadoras e, desta forma, que a maioria desses doentes possa beneficiar de uma terapia sistémica específica e melhorar seu prognóstico.

“OncoDEEP CUP: Desenvolvimento de um novo protocolo de análise molecular para a caracterização de carcinoma primário desconhecido e a validação da sua implicação prognóstica e terapêutica " é uma investigação desenvolvida pela OncoDNA, que conta com o cofinanciamento da ICEX (España Exportación y Inversiones), do Ministério da Economia, Indústria e Competitividade e o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

O projeto pioneiro vai permitir a 100 pessoas de Espanha e Portugal com diagnóstico de carcinoma primário desconhecido beneficiarem de uma nova ferramenta de diagnóstico gratuitamente. A participação no estudo não implica nenhum custo para o doente ou para os hospitais.

Esta aposta inovadora na área da Oncologia é liderada pelo Hospital Universitário Geral de Valência, colaborando com centros em toda a Espanha, e permanece aberto a qualquer doente ou qualquer organismo que atenda aos critérios de inclusão. O projeto conta já com a colaboração de todos os hospitais ligados ao Grupo Espanhol de Tumores Raros e Infrequentes (GETHI) e centros como o Hospital Universitário Geral de Valência, o Hospital Clínico Universitário de Valência, o Hospital Arnau de Vilanova, o Hospital Universitário de Alicante, o Hospital Universidade de Elche, Oncoavanze, Hospital Virgen del Rocío e Instituto Oncohealth - Fundação Jiménez Díaz. Em Portugal já estão a decorrer negociações com hospitais nacionais.

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