terça, 02 janeiro 2018 11:50

Há uma nova esperança para simplificar o diagnóstico oncológico

A chave para o sucesso é a esculina. Um grupo de investigadores da Universidade de Nova Iorque descobriu que esta substância química que se encontra na venenosa castanha-da-Índia pode ter um papel crucial no diagnóstico de cancro. Porquê? Quando utilizada durante ressonâncias magnéticas, TACs e ecografias, a esculina reage à radiação e torna o gel fluorescente e brilhante quando a luz reflete na massa cancerígena, explicam os especialistas.

No estudo “Radiation-Responsive Esculin-Derived Molecular Gels as Signal Enhancers for Optical Imaging”, publicado em novembro, os investigadores mostram que a possibilidade de desenvolver uma aplicação do gel à base de castanha-da-Índia “torna esta inovação uma melhoria potencialmente atraente face às técnicas atuais de deteção de cancro através da imagem”.

Atualmente as imagens computorizadas usadas para analisar a possível presença de uma doença oncológica produzem uma luz azul que ilumina os tecidos. Mas essa luz, além de ser de baixa intensidade, também é facilmente absorvida pelo tecido o que dificulta o diagnóstico do cancro. Assim, o Prof. Doutor George John, do departamento de Ciências da Universidade de Nova Iorque, e o Prof. Doutor Jan Grimm, investigador e médico no Sloan Kettering Institute, autores do artigo, acreditam que a nova descoberta pode ajudar a tornar o diagnóstico oncológico mais simples.

Fonte: Visão

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