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No segundo dia da 10.º edição da reunião Personalised Healthcare in Oncology, organizada pela Roche, o Prof. Doutor José Carlos Machado explicou a evolução dos testes genéticos, desde os seus primórdios, com a análise de um ou poucos genes, até à atualidade, com a análise de uma multiplicidade de biomarcadores, como consequência do aparecimento da Next Generation Sequencing.

O Grupo PharmaMar realizou recentemente a sua Assembleia Geral Anual de Acionistas, onde foram revistos os resultados de 2017 e discutidos os planos futuros para a empresa, sobretudo em Oncologia, área onde a companhia tem moléculas em diferentes estados de desenvolvimento clínico.

Nos últimos anos, a área dos estudos genómicos tem tido grande desenvolvimento. No caso específico da Oncologia, estes estudos têm especial relevância, principalmente devido à complexidade de lidar com o cancro, à grande variedade de terapias que podem ser administradas e ao aumento do número de doentes. Para esclarecer algumas dúvidas em torno destas novas ferramentas de diagnóstico, baseadas na Medicina personalizada, a OncoDNA elaborou um conjunto de pontos-chave que definem e perfilam a utilidade dos estudos genómicos no tratamento de uma doença oncológica.

O Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S), o IPO-Porto e a empresa biofarmacêutica Phyzat assinaram recentemente o acordo do projeto SIRNAC para o desenvolvimento de uma nova terapia contra o cancro. Com apoio financeiro do Norte 2020 e um investimento total de mais de 900 mil euros, o projeto decorrerá nos próximos dois anos. Os parceiros visam desenvolver um novo medicamento baseado em RNA de interferência, validar novos alvos terapêuticos e adaptar à Oncologia uma tecnologia desenvolvida no i3S para entrega de ácidos nucleicos.

Portugal vai acolher um centro líder na investigação sobre cancro e no desenvolvimento de novas terapêuticas, que ficará instalado no Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), entrando em funcionamento em 2019. Um memorando de entendimento e cooperação foi assinado no dia 28 de junho, no Ministério da Saúde, entre a empresa norte-americana START – South Texas Accelerated Research Therapeutics e o CHLN, e poderá traduzir-se “no maior investimento estrangeiro feito alguma vez em Portugal, na área de ensaios clínicos oncológicos de fase 1”, segundo o documento.

A Roche anunciou, no último dia 1 de junho, que a Comissão Europeia (CE) aprovou o fármaco pertuzumab, em associação com o trastuzumab e quimioterapia, para o tratamento de doentes adultos com cancro da mama HER2-positivo em estádios iniciais e elevado risco de recidiva. O elevado risco de recidiva é definido como doença com envolvimento dos gânglios linfáticos ou sem expressão de recetores hormonais. A terapêutica deve, então, ser administrada durante um ano (18 ciclos), como parte integrante de um regime completo para o cancro da mama HER2-positivo em estádios iniciais, independentemente do momento da cirurgia.

 

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