Sistema de Saúde

A radioterapia é reconhecida como uma ferramenta essencial na cura e nos cuidados paliativos das doenças cancerígenas, sendo indicada em mais de metade dos novos casos de cancro e constituindo um elemento indispensável num programa de controlo de cancro. De acordo com o projeto HERO da European Society for Radiotherapy and Oncology (ESTRO), apesar do papel fundamental do tratamento do cancro por radioterapia, 41,2% dos doentes em Portugal não recebem a radioterapia necessária.

A Pierre Fabre anunciou recentemente que a Comissão Europeia (CE) concedeu a autorização de introdução no mercado à associação encorafenib e binimetinib no tratamento de doentes adultos com melanoma irressecável ou metastático com uma mutação BRAFV600, detetada por um teste validado.1,2 A decisão da CE é aplicável a todos os 28 estados membros da União Europeia (UE), mais o Liechtenstein, a Islândia e a Noruega.

A Bayer anunciou recentemente que o pedido de autorização de introdução no mercado (AIM) relativamente ao larotrectinib foi submetido à Agência Europeia de Medicamentos (EMA). O larotrectinib foi desenvolvido para tratar doentes adultos e pediátricos com tumores sólidos localmente avançados ou metastáticos que expressem genes de fusão do recetor tirosina cinase neurotrófico (neurotrophic tyrosine receptor kinase - NTRK). As fusões de genes NTRK são alterações genómicas que resultam na produção não controlada de proteínas de fusão do recetor tropomiosina cinase (tropomyosin receptor kinase - TRK) que originam o crescimento de tumores.

O acesso a tratamentos oncológicos nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a aumentar, havendo mais tratamentos e mais medicamentos inovadores aprovados (5 em 2015, 13 em 2016 e 18 em 2017). No ano passado foram dispensadas 21,5 milhões de unidades (comprimidos, injetáveis, etc.), mais 15% do que em 2013, de acordo com dados do relatório de monitorização do consumo de medicamentos em meio hospitalar, relativo a 2017, que foi publicado no site do INFARMED.

A Ipsen anunciou recentemente que a Comissão Europeia (CE) aprovou o cabozantinib 20, 40 e 60 mg como primeira linha no tratamento de adultos com carcinoma das células renais (CCR) avançado de intermédio ou alto risco. Esta aprovação permite a comercialização do cabozantinib com esta indicação nos 28 estados membros da União Europeia, Noruega e Islândia.

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) autorizou a aquisição do medicamento nivolumab pelos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) no tratamento do melanoma avançado e do cancro do pulmão de não pequenas células (CPNPC).

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